Quando você passar em concurso público, o Estado deverá te intimar pessoalmente em caso de eventual nomeação. Não basta a mera publicação no Diário Oficial. É esse o entendimento do STJ. Veja:
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu restabelecer o prazo para que uma mulher nomeada em concurso público apresente os documentos necessários e realize os exames médicos exigidos para a posse no cargo de assistente administrativo do estado de Roraima. A mulher afirmou que mora numa cidade que não tem acesso ao Diário Oficial e, por isso, não tomou conhecimento de sua nomeação. Por isso, perdendo o prazo para apresentar a documentação.
No STJ, o recurso em mandado de segurança foi impetrado contra a decisão do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) que, ao negar o pedido, afirmou que não há no edital qualquer previsão de convocação pessoal dos candidatos para qualquer ato relativo ao concurso.
A defesa da candidata alega que a manutenção da posição do TJRR ofende o direito individual líquido e certo dela ser empossada no cargo para o qual conseguiu aprovação em concurso público. Para tanto, citou a Súmula 16 do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirma que todo funcionário nomeado por concurso público tem direito à posse. Afirmou, ainda, que o Estado tem a obrigação de promover sua intimação pessoal, ainda mais porque ela é servidora efetiva do estado de Roraima, não devendo ser reconhecida sua responsabilidade pelo prejuízo causado, uma vez que tal intimação não ocorreu. Por fim, solicitou a restituição do prazo para a posse.
Para a relatora, ministra Laurita Vaz, mesmo que no edital não haja norma prevendo a intimação pessoal de candidato, a administração pública tem o dever de intimar pessoalmente quando há o decurso de tempo razoável entre a homologação do resultado e a data da nomeação – nesse caso, mais de um ano –, em atendimento aos princípios constitucionais da publicidade e razoabilidade.
Os ministros da Quinta Turma seguiram o voto da relatora para que seja restituído o prazo para a apresentação dos documentos. Eles levaram em consideração que, mesmo com as dificuldades de acesso à informação, a nomeada protocolou pedido administrativo de nomeação e posse no cargo, aproximadamente 60 dias após a publicação do edital de convocação. A decisão foi unânime.
Precedentes
O caso não é inédito, mas reforça a nova jurisprudência que o STJ está firmando sobre o tema. A relatora do recurso, ministra Laurita Vaz, citou dois precedentes do STJ. Em 2008, a Quinta Turma decidiu que um candidato aprovado em concurso para escrivão da Polícia Civil do Estado da Bahia teria direito a nova convocação para posse. Ele foi informado da nomeação apenas por publicação no Diário Oficial do estado. O relator foi o ministro Arnaldo Esteves Lima (RMS 22508).
Este ano, a Sexta Turma aderiu ao mesmo entendimento. Seguindo voto da ministra Maria Thereza de Assis Moura, o órgão considerou uma violação aos princípios da publicidade e da razoabilidade a efetivação do ato de nomeação somente mediante publicação no diário oficial. No caso analisado, também não havia previsão expressa de intimação pessoal do candidato. O concurso era para procurador do estado de Minas Gerais e a nomeação se deu mais de três anos da data de homologação do concurso
(Fonte: Site do STJ - RMS 21554).
Mostrando postagens com marcador Concursos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Concursos. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Veja dicas para vagas em tribunais para quem não é formado em direito
Para quem deseja se candidatar a uma das muitas vagas aguardadas para 2011 na área de tribunais, é hora de iniciar ou intensificar os estudos. Os concursos mais frequentes costumam acontecer para o preenchimento de vagas nos tribunais de justiça –TJs-, nos tribunais regionais eleitorais –TREs- e nos tribunais regionais do trabalho –TRTs-, nos diversos estados e Distrito Federal e, também para os tribunais regionais federais das 5 regiões do país. Desde março passado, é aguardado o edital para o cargo de analista judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em geral, são oferecidos cargos de nível médio e superior na área administrativa, para formados em qualquer área. Podem também ser oferecidos cargos de nível médio específico, para área de segurança e outros, como enfermagem e informática. Existem oportunidades de nível superior para carreiras específicas bastante variadas, como tecnologia da informação, comunicação social, engenharia e muitas na área médica. Além, claro, da área judiciária propriamente dita, específica para os formados em direito.
Os salários variam conforme o tribunal e o estado, podendo chegar, em alguns casos, a mais de R$ 4 mil para técnico (R$ 4.052,96 nos TREs de MT e ES; no TRT-RN) e a mais de R$ 6 mil para analista (R$ 6.611,39 nos TREs de MT e ES; e no TRT-RN).
Alguns concursos podem exigir prova prática de digitação para alguns cargos e de condução de veículos e atividades relacionadas para funções na especialidade de segurança e transporte. Neste caso, também costuma haver teste de capacitação física.
Matérias básicas
Assim como em outras áreas de concurso público, é possível estabelecer uma prioridade de estudo em que o candidato comece pelas matérias comuns aos diversos concursos para, somente depois, dedicar-se ao estudo das disciplinas específicas.
Nos casos de vagas de nível médio, matérias como português, direito constitucional, direito administrativo, informática, raciocínio lógico e arquivologia formam uma base sólida para que o candidato esteja apto a concorrer a qualquer cargo da área, bastando estudar matérias específicas do tribunal em questão na proximidade da publicação do edital.
Para vagas de nível superior, o leque de matérias é um pouco mais amplo, se o candidato pretende estar mesmo preparado. Português, direito constitucional, direito administrativo, informática, raciocínio lógico, direito civil e processual civil, direito penal e processual penal.
Além dessas, recentemente temos observado a inclusão de disciplinas como gestão de recursos humanos e materiais, administração pública e administração financeira e orçamentária (AFO) para os cargos da área administrativa, até mesmo de nível médio.
Como iniciar a preparação
Uma boa estratégia -que também serve para quem pretende concorrer a cargos de nível médio- seria iniciar a preparação por português, direito constitucional, direito administrativo, informática e raciocínio lógico. Inclusive porque são matérias cobradas em diversos concursos, mesmo de outras áreas. A partir do momento em que o candidato tiver domínio nessas disciplinas, inclui as demais na sua programação de estudo, em duas etapas –primeiro os “direitos” e, num terceiro momento, gestão de recursos e administração-, ou todo o grupo de uma só vez.
Vale ressaltar que algumas dessas matérias podem constar de um edital e não de outro, às vezes para o mesmo tipo de tribunal em outro estado ou região. Mas, essencialmente, se o candidato tiver bom conhecimento do grupo de disciplinas sugerido, estará realmente bem qualificado para qualquer concurso da área de tribunais, incluindo apenas uma ou duas matérias complementares na publicação do edital. Seria o caso de incluir o direito eleitoral em caso de concurso para TRE, o direito do trabalho, processo e previdenciário para TRT, código e estatuto para TJ, por exemplo.
Nos casos de cargos de formação específica, é sempre cobrado o português e as disciplinas relacionadas à área de atuação. Além disso, podem constar noções de direito constitucional e administrativo, ou raciocínio lógico e informática.
Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/11/veja-dicas-para-vagas-em-tribunais-para-quem-nao-e-formado-em-direito.html
Em geral, são oferecidos cargos de nível médio e superior na área administrativa, para formados em qualquer área. Podem também ser oferecidos cargos de nível médio específico, para área de segurança e outros, como enfermagem e informática. Existem oportunidades de nível superior para carreiras específicas bastante variadas, como tecnologia da informação, comunicação social, engenharia e muitas na área médica. Além, claro, da área judiciária propriamente dita, específica para os formados em direito.
Os salários variam conforme o tribunal e o estado, podendo chegar, em alguns casos, a mais de R$ 4 mil para técnico (R$ 4.052,96 nos TREs de MT e ES; no TRT-RN) e a mais de R$ 6 mil para analista (R$ 6.611,39 nos TREs de MT e ES; e no TRT-RN).
Alguns concursos podem exigir prova prática de digitação para alguns cargos e de condução de veículos e atividades relacionadas para funções na especialidade de segurança e transporte. Neste caso, também costuma haver teste de capacitação física.
Matérias básicas
Assim como em outras áreas de concurso público, é possível estabelecer uma prioridade de estudo em que o candidato comece pelas matérias comuns aos diversos concursos para, somente depois, dedicar-se ao estudo das disciplinas específicas.
Nos casos de vagas de nível médio, matérias como português, direito constitucional, direito administrativo, informática, raciocínio lógico e arquivologia formam uma base sólida para que o candidato esteja apto a concorrer a qualquer cargo da área, bastando estudar matérias específicas do tribunal em questão na proximidade da publicação do edital.
Para vagas de nível superior, o leque de matérias é um pouco mais amplo, se o candidato pretende estar mesmo preparado. Português, direito constitucional, direito administrativo, informática, raciocínio lógico, direito civil e processual civil, direito penal e processual penal.
Além dessas, recentemente temos observado a inclusão de disciplinas como gestão de recursos humanos e materiais, administração pública e administração financeira e orçamentária (AFO) para os cargos da área administrativa, até mesmo de nível médio.
Como iniciar a preparação
Uma boa estratégia -que também serve para quem pretende concorrer a cargos de nível médio- seria iniciar a preparação por português, direito constitucional, direito administrativo, informática e raciocínio lógico. Inclusive porque são matérias cobradas em diversos concursos, mesmo de outras áreas. A partir do momento em que o candidato tiver domínio nessas disciplinas, inclui as demais na sua programação de estudo, em duas etapas –primeiro os “direitos” e, num terceiro momento, gestão de recursos e administração-, ou todo o grupo de uma só vez.
Vale ressaltar que algumas dessas matérias podem constar de um edital e não de outro, às vezes para o mesmo tipo de tribunal em outro estado ou região. Mas, essencialmente, se o candidato tiver bom conhecimento do grupo de disciplinas sugerido, estará realmente bem qualificado para qualquer concurso da área de tribunais, incluindo apenas uma ou duas matérias complementares na publicação do edital. Seria o caso de incluir o direito eleitoral em caso de concurso para TRE, o direito do trabalho, processo e previdenciário para TRT, código e estatuto para TJ, por exemplo.
Nos casos de cargos de formação específica, é sempre cobrado o português e as disciplinas relacionadas à área de atuação. Além disso, podem constar noções de direito constitucional e administrativo, ou raciocínio lógico e informática.
Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/11/veja-dicas-para-vagas-em-tribunais-para-quem-nao-e-formado-em-direito.html
Saiba como lidar com os riscos da preparação para concursos
Na sua lista de planos para 2011 você tem considerado a possibilidade de prestar concursos? Nesta coluna vamos citar vantagens e riscos desse "projeto" que é buscar uma carreira pública, para ajudar em sua avaliação. É importante lembrar que esse objetivo depende somente de você -e esta é a primeira das vantagens. É uma questão de estudar bastante e aprender a fazer prova.
Outros pontos positivos de investir em concursos públicos são:
- não há discriminações;
- idade, classe social, sexo, estado civil, número de filhos, etc, não são considerados na sua avaliação, somente o conhecimento comprovado nas provas realizadas, com raríssimas exceções, como seleções para polícia;
- não há limite de tempo: sempre haverá mais um concurso, uma nova oportunidade de aprovação (exceção feita àqueles que determinam idade, como os da área policial);
- o projeto pode ser adaptado ao seu estilo de vida; como não há prazo para aprovação, o candidato cria a rotina de estudo possível dentro da sua realidade, nos horários disponíveis e com o tempo de duração viável;
- qualidade/variedade das fontes de estudo; atualmente existe a possibilidade de estudar em cursos presenciais ou à distância, seja via satélite ou internet; há, ainda, materiais didáticos de excelente qualidade, de editoras e sites especializados (neste caso, arquivos digitais), que também facilitam a preparação de quem prefere estudar sozinho;
- ser um cidadão melhor; a preparação para concurso público quase sempre parte de matérias como direito constitucional e direito administrativo, além de outras cujo estudo permite ao candidato tornar-se um cidadão mais consciente do funcionamento das estruturas do país, e dos seus próprios direitos e deveres. Além disso, o aprofundamento do estudo da língua portuguesa também é útil em todas as esferas da vida;
- garantia de sucesso: só não é possível prever em quanto tempo; quando se inicia o projeto, existe uma fila de pessoas estudando e com mais conhecimento. Aos poucos, essas pessoas –mais preparadas- vão sendo aprovadas e saindo da fila, outras desistem e também saem da fila. Quem permanece estudando vai ganhando conhecimento e avançando posições. A aprovação é somente uma questão de tempo;
- a solução é para o resto da vida; a partir do momento em que o candidato é nomeado e empossado, vai usufruir a conquista para sempre;
- reprovações não afetam o currículo; insucessos durante a trajetória não mancham a carreira do servidor; ao contrário, são bastante comuns e fazem parte do processo de preparação; e mais: o o insucesso em um concurso é patamar de conhecimento para o seguinte; a partir do momento em que o candidato escolhe uma área de concursos, que tem um núcleo comum de matérias, a cada concurso ele acumula conhecimento e refina a preparação para o próximo;
- é possível "treinar"; existe uma infinidade de provas de concursos anteriores –para o mesmo nível/cargo ou da mesma instituição organizadora-, que servem para que o candidato possa testar seus conhecimentos, aprimorar o estudo e se familiarizar com a forma de cobrança da teoria;
- credibilidade: a ‘instituição’ concurso público é hoje conhecida por todos e tem credibilidade; ela sofre fiscalização de todos os setores da sociedade e, se houver suspeita de irregularidade, o fato é denunciado, apurado e as providências necessárias, adotadas;
- suporte financeiro para outros sonhos; o candidato aprovado poderá investir em melhorar sua formação escolar e até mesmo na profissão dos sonhos, que em muitas situações poderá ser exercida, desde que no horário livre e se não houver incompatibilidade com o cargo;
- ser servidor público dentro da sua profissão; existem muitos concursos para formação específica -de todas as áreas: médicos, biólogos, contadores, engenheiros, jornalistas, etc. É a oportunidade de aliar o exercício da profissão escolhida à segurança do serviço público;
- o dinheiro investido no projeto –cursos, livros, alimentação, transporte- é integralmente ressarcido já com os primeiros salários;
- independentemente das dificuldades do caminho, o resultado compensa –o registro que ficará será o da vitória.
Os riscos -e como lidar com eles
- resultados não são imediatos; em razão da quantidade de matérias e da concorrência para cada cargo, passar em concurso público é projeto de médio/longo prazo –em torno de 1 ano para cargo de nível médio e 2 anos para os de nível superior. Pode ser bem mais, dependendo da situação. Planeje-se para isso;
– imprevisibilidade do edital; não há como saber exatamente quando será publicado o edital de um concurso, mas o acompanhamento das notícias ajuda bastante –a informação de solicitação de vagas, da autorização das mesmas e elaboração do edital costuma ser divulgada pela mídia especializada, o que dá uma boa ideia de prazo para o edital.
– matérias novas; a maioria é absolutamente desconhecida para o candidato, mas isso é comum em toda a vida de estudante: a cada ano de escola são incluídas disciplinas e conteúdos novos, naturalmente assimilados pelos alunos. Esse "pacote" pode ser alterado em relação ao edital anterior, é verdade; mas, para quem está-se preparando com antecedência, haverá a dianteira de diversas matérias já estudadas, o que sempre é uma vantagem em relação à concorrência. Além disso, o mais comum é ser mantido basicamente o conteúdo programático do concurso anterior, com poucas alterações;
- pouco tempo entre o edital e a prova; em geral, são aproximadamente 60 dias até o exame e isso não é suficiente para o candidato estar bem preparado. A solução é iniciar o estudo antecipadamente, mesmo sem edital publicado, a partir do estudo de matérias básicas, ou seja, que costumam ser cobradas naquele tipo de concurso;
- prazo para a nomeação não é definido; o candidato aprovado ainda precisa aguardar sua nomeação e convocação para posse. Como os concursos têm prazo de validade que pode ser de até dois anos, prorrogável por mais dois, isso pode demorar até quatro anos. Por esse motivo, muita gente continua estudando e fazendo novos concursos, mesmo depois de aprovada, já que pode acontecer de um concurso posterior nomear antes do que foi realizado antes;
- investimento pessoal; a aprovação em concurso depende de estudo sério e consistente. São muitas matérias e a cobrança costuma ser bastante profunda e abrangente. Para isso, o candidato obrigatoriamente precisará de muita dedicação e de abrir mão de algumas coisas, tais como reduzir a vida social. Por outro lado, criar uma rotina equilibrada que garanta boa saúde, algum lazer e estudo produtivo torna tudo isso mais suportável;
– cobrança da família; isso é praticamente inevitável: em algum momento da trajetória o candidato sofrerá pressão de parentes e/ou dos amigos quanto à sua aprovação no concurso. Ainda mais quando acontece alguma reprovação. Por isso é preciso ter clareza do que se busca e compreender que a expectativa dos outros é natural, mas não deve afetá-lo. O projeto é pessoal e há diversos relatos de quem passou por isso e depois venceu;
- estresse: reprovações, editais que não saem ou com poucas vagas, restrições financeiras, falta de tempo, pouca vida social, insegurança, cansaço, tudo isso também exerce uma pressão quase insuportável. O importante é construir um projeto equilibrado, para garantir a continuidade até a aprovação;
- problemas no concurso: adiamentos, cancelamentos, suspensões. Saiba que isso é exceção: a maioria dos concursos transcorre dentro da normalidade. Mesmo assim, o ideal é o candidato não se fixar em somente um concurso. Assim, se surgir algum problema fica mais fácil retomar a preparação para uma nova oportunidade;
- ofertas de emprego; o que muitos candidatos mais desejam, no meio do preparação para concurso pode virar um tormento: receber uma proposta de emprego. O candidato fica entre aceitar o imediato e abandonar o projeto ou fechar os olhos à oportunidade e seguir em frente. Não há reposta certa. É preciso analisar o caso concreto, a proposta recebida, as perspectivas de segurança e salário, e o quanto o candidato já caminhou na sua preparação;
- edital inesperado; às vezes,ele é publicado de repente e é difícil decidir se vale redirecionar os estudos para aproveitar a oportunidade. Uma atitude prudente é avaliar quanto do conteúdo que será cobrado já é do domínio do candidato, porque não haverá muito tempo até a prova. Se o concurso for interessante e houver real possibilidade de estudar o que falta, vale reprogramar os estudos. Caso contrário, talvez seja melhor seguir o planejamento anterior e estar preparado para a oportunidade seguinte.
Em resumo, todo concurso público é um desafio e requer dedicação, perseverança e equilíbrio. Qualquer pessoa que deseje e se disponha a enfrentar a maratona, pode vencer. Mas esse não é o único caminho do sucesso profissional e financeiro.
Se você tem um talento específico, as oportunidades estão surgindo e você percebe que a carreira está progredindo a passos largos, siga em frente e não olhe para trás. Afinal, o país também precisa de médicos, professores, músicos, dentistas, advogados, pintores, jornalistas e de tantos outros profissionais.
E se, em algum momento lá na frente, as coisas não frutificarem como você desejava, sempre haverá a possibilidade de pensar em fazer carreira pública.
Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/12/saiba-como-lidar-com-os-riscos-da-preparacao-para-concursos.html
Outros pontos positivos de investir em concursos públicos são:
- não há discriminações;
- idade, classe social, sexo, estado civil, número de filhos, etc, não são considerados na sua avaliação, somente o conhecimento comprovado nas provas realizadas, com raríssimas exceções, como seleções para polícia;
- não há limite de tempo: sempre haverá mais um concurso, uma nova oportunidade de aprovação (exceção feita àqueles que determinam idade, como os da área policial);
- o projeto pode ser adaptado ao seu estilo de vida; como não há prazo para aprovação, o candidato cria a rotina de estudo possível dentro da sua realidade, nos horários disponíveis e com o tempo de duração viável;
- qualidade/variedade das fontes de estudo; atualmente existe a possibilidade de estudar em cursos presenciais ou à distância, seja via satélite ou internet; há, ainda, materiais didáticos de excelente qualidade, de editoras e sites especializados (neste caso, arquivos digitais), que também facilitam a preparação de quem prefere estudar sozinho;
- ser um cidadão melhor; a preparação para concurso público quase sempre parte de matérias como direito constitucional e direito administrativo, além de outras cujo estudo permite ao candidato tornar-se um cidadão mais consciente do funcionamento das estruturas do país, e dos seus próprios direitos e deveres. Além disso, o aprofundamento do estudo da língua portuguesa também é útil em todas as esferas da vida;
- garantia de sucesso: só não é possível prever em quanto tempo; quando se inicia o projeto, existe uma fila de pessoas estudando e com mais conhecimento. Aos poucos, essas pessoas –mais preparadas- vão sendo aprovadas e saindo da fila, outras desistem e também saem da fila. Quem permanece estudando vai ganhando conhecimento e avançando posições. A aprovação é somente uma questão de tempo;
- a solução é para o resto da vida; a partir do momento em que o candidato é nomeado e empossado, vai usufruir a conquista para sempre;
- reprovações não afetam o currículo; insucessos durante a trajetória não mancham a carreira do servidor; ao contrário, são bastante comuns e fazem parte do processo de preparação; e mais: o o insucesso em um concurso é patamar de conhecimento para o seguinte; a partir do momento em que o candidato escolhe uma área de concursos, que tem um núcleo comum de matérias, a cada concurso ele acumula conhecimento e refina a preparação para o próximo;
- é possível "treinar"; existe uma infinidade de provas de concursos anteriores –para o mesmo nível/cargo ou da mesma instituição organizadora-, que servem para que o candidato possa testar seus conhecimentos, aprimorar o estudo e se familiarizar com a forma de cobrança da teoria;
- credibilidade: a ‘instituição’ concurso público é hoje conhecida por todos e tem credibilidade; ela sofre fiscalização de todos os setores da sociedade e, se houver suspeita de irregularidade, o fato é denunciado, apurado e as providências necessárias, adotadas;
- suporte financeiro para outros sonhos; o candidato aprovado poderá investir em melhorar sua formação escolar e até mesmo na profissão dos sonhos, que em muitas situações poderá ser exercida, desde que no horário livre e se não houver incompatibilidade com o cargo;
- ser servidor público dentro da sua profissão; existem muitos concursos para formação específica -de todas as áreas: médicos, biólogos, contadores, engenheiros, jornalistas, etc. É a oportunidade de aliar o exercício da profissão escolhida à segurança do serviço público;
- o dinheiro investido no projeto –cursos, livros, alimentação, transporte- é integralmente ressarcido já com os primeiros salários;
- independentemente das dificuldades do caminho, o resultado compensa –o registro que ficará será o da vitória.
Os riscos -e como lidar com eles
- resultados não são imediatos; em razão da quantidade de matérias e da concorrência para cada cargo, passar em concurso público é projeto de médio/longo prazo –em torno de 1 ano para cargo de nível médio e 2 anos para os de nível superior. Pode ser bem mais, dependendo da situação. Planeje-se para isso;
– imprevisibilidade do edital; não há como saber exatamente quando será publicado o edital de um concurso, mas o acompanhamento das notícias ajuda bastante –a informação de solicitação de vagas, da autorização das mesmas e elaboração do edital costuma ser divulgada pela mídia especializada, o que dá uma boa ideia de prazo para o edital.
– matérias novas; a maioria é absolutamente desconhecida para o candidato, mas isso é comum em toda a vida de estudante: a cada ano de escola são incluídas disciplinas e conteúdos novos, naturalmente assimilados pelos alunos. Esse "pacote" pode ser alterado em relação ao edital anterior, é verdade; mas, para quem está-se preparando com antecedência, haverá a dianteira de diversas matérias já estudadas, o que sempre é uma vantagem em relação à concorrência. Além disso, o mais comum é ser mantido basicamente o conteúdo programático do concurso anterior, com poucas alterações;
- pouco tempo entre o edital e a prova; em geral, são aproximadamente 60 dias até o exame e isso não é suficiente para o candidato estar bem preparado. A solução é iniciar o estudo antecipadamente, mesmo sem edital publicado, a partir do estudo de matérias básicas, ou seja, que costumam ser cobradas naquele tipo de concurso;
- prazo para a nomeação não é definido; o candidato aprovado ainda precisa aguardar sua nomeação e convocação para posse. Como os concursos têm prazo de validade que pode ser de até dois anos, prorrogável por mais dois, isso pode demorar até quatro anos. Por esse motivo, muita gente continua estudando e fazendo novos concursos, mesmo depois de aprovada, já que pode acontecer de um concurso posterior nomear antes do que foi realizado antes;
- investimento pessoal; a aprovação em concurso depende de estudo sério e consistente. São muitas matérias e a cobrança costuma ser bastante profunda e abrangente. Para isso, o candidato obrigatoriamente precisará de muita dedicação e de abrir mão de algumas coisas, tais como reduzir a vida social. Por outro lado, criar uma rotina equilibrada que garanta boa saúde, algum lazer e estudo produtivo torna tudo isso mais suportável;
– cobrança da família; isso é praticamente inevitável: em algum momento da trajetória o candidato sofrerá pressão de parentes e/ou dos amigos quanto à sua aprovação no concurso. Ainda mais quando acontece alguma reprovação. Por isso é preciso ter clareza do que se busca e compreender que a expectativa dos outros é natural, mas não deve afetá-lo. O projeto é pessoal e há diversos relatos de quem passou por isso e depois venceu;
- estresse: reprovações, editais que não saem ou com poucas vagas, restrições financeiras, falta de tempo, pouca vida social, insegurança, cansaço, tudo isso também exerce uma pressão quase insuportável. O importante é construir um projeto equilibrado, para garantir a continuidade até a aprovação;
- problemas no concurso: adiamentos, cancelamentos, suspensões. Saiba que isso é exceção: a maioria dos concursos transcorre dentro da normalidade. Mesmo assim, o ideal é o candidato não se fixar em somente um concurso. Assim, se surgir algum problema fica mais fácil retomar a preparação para uma nova oportunidade;
- ofertas de emprego; o que muitos candidatos mais desejam, no meio do preparação para concurso pode virar um tormento: receber uma proposta de emprego. O candidato fica entre aceitar o imediato e abandonar o projeto ou fechar os olhos à oportunidade e seguir em frente. Não há reposta certa. É preciso analisar o caso concreto, a proposta recebida, as perspectivas de segurança e salário, e o quanto o candidato já caminhou na sua preparação;
- edital inesperado; às vezes,ele é publicado de repente e é difícil decidir se vale redirecionar os estudos para aproveitar a oportunidade. Uma atitude prudente é avaliar quanto do conteúdo que será cobrado já é do domínio do candidato, porque não haverá muito tempo até a prova. Se o concurso for interessante e houver real possibilidade de estudar o que falta, vale reprogramar os estudos. Caso contrário, talvez seja melhor seguir o planejamento anterior e estar preparado para a oportunidade seguinte.
Em resumo, todo concurso público é um desafio e requer dedicação, perseverança e equilíbrio. Qualquer pessoa que deseje e se disponha a enfrentar a maratona, pode vencer. Mas esse não é o único caminho do sucesso profissional e financeiro.
Se você tem um talento específico, as oportunidades estão surgindo e você percebe que a carreira está progredindo a passos largos, siga em frente e não olhe para trás. Afinal, o país também precisa de médicos, professores, músicos, dentistas, advogados, pintores, jornalistas e de tantos outros profissionais.
E se, em algum momento lá na frente, as coisas não frutificarem como você desejava, sempre haverá a possibilidade de pensar em fazer carreira pública.
Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/12/saiba-como-lidar-com-os-riscos-da-preparacao-para-concursos.html
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Petrobras Distribuidora S.A. abre concurso para 97 vagas e cadastro
Cargos são de nível médio, técnico e superior.
Os salários vão de R$ 1.985,04 a R$ 5.685,07.
A Petrobras Distribuidora S.A. abriu concurso para 97 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva para cargos de nível médio, técnico e superior. Os salários vão de R$ 1.985,04 a R$ 5.685,07.Ver edital: www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/br0110/br0110.html
Os cargos de nível médio/técnico são técnico de abastecimento júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de manutenção júnior, técnico de operação júnior, técnico de química júnior, técnico de segurança júnior, técnico de suprimento e logística júnior e técnico de tecnologia da informação e telecomunicações júnior.
De nível superior as vagas são para profissional júnior nas áreas de administração, analista de sistemas ênfase em desenvolvimento em ERP (SAP), arquitetura, arquivologia, ciências contábeis, comunicação/publicidade, comunicação/relações públicas, direito, economia, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia de produção, engenharia elétrica, engenharia em segurança no trabalho, engenharia mecânica, engenharia química e odontologia; profissional júnior com ênfase em vendas a grandes consumidores (formação em engenharia mecânica) e profissional júnior com ênfase em vendas a rede automotiva (formação em administração, economia, engenharia ou marketing).
Quando o polo de trabalho for nacional, as localidades corresponderão a qualquer cidade onde a Petrobras Distribuidora possua instalações. A cidade na qual o candidato prestará as provas está vinculada à opção de cargo/polo de trabalho/localidades, exceto quando o polo de trabalho for nacional. Nesse caso, o candidato realizará as provas numa das cidades listadas no edital.
A inscrição deverá ser efetuada somente via internet, da 0h de 3 de março às 23h59 de 21 de março, pelo site www.cesgranrio.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 27 para cargos de nível médio e de R$ 40 para os cargos de nível superior.
O processo seletivo público será constituído de provas objetivas para todos os cargos,de prova discursiva exclusivamente para o cargo de profissional júnior - formação – direito; de exame de capacitação física somente para os cargos de técnico de abastecimento júnior e técnico de operação júnior, e de prova prática de direção somente para o cargo de técnico de abastecimento júnior.
As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Altamira/PA, Alto Taquari/MT, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Campo Grande/MS, Caracaraí/RR, Cruzeiro do Sul/AC, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Itabuna/BA, Macaé/RJ, Macapá/AP, Manaus/AM, Marabá/PA, Natal/RN, Ourinhos/SP, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Presidente Prudente/SP, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santarém/PA, São José dos Campos/SP, São Luis/MA, São Paulo/SP, Teresina/PI, Uberlândia/MG, Vitória/ES.
O exame de capacitação física será realizado nas cidades de Alto Taquari/MT, Altamira/ PA, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Caracaraí/RR, Cruzeiro do Sul/AC, Fortaleza/CE, Itabuna/BA, Macaé/RJ, Manaus/AM, Marabá/PA, Natal/RN, Ourinhos/ SP, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Presidente Prudente/SP, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santarém/PA, São José dos Campos/ SP, São Luis/ MA, São Paulo/SP, Uberlândia/ MG e Vitória/ES.
A prova prática de direção será realizada nas cidades de Brasília/DF, Fortaleza/CE, Porto Alegre/RS, Salvador/BA e São Paulo/SP.
A aplicação das provas objetivas para os cargos de profissional júnior ‐ formação direito, técnico de abastecimento júnior e técnico de operação júnior e discursivas para o cargo de profissional júnior/formação direito serão em 11 de abril. Para os demais cargos serão em 2 de maio.
Petrobras Distribuidora S.A.
Inscrições
De 3 a 21 de março
Salário
De R$ 1.985,04 a R$ 5.685,07
Vagas
97 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva
Taxa de inscrição
R$ 27 para cargos de nível médio e de R$ 40 para cargos de nível superior
Prova
11 de abril e 2 de maio
Fonte: G1
Os salários vão de R$ 1.985,04 a R$ 5.685,07.
A Petrobras Distribuidora S.A. abriu concurso para 97 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva para cargos de nível médio, técnico e superior. Os salários vão de R$ 1.985,04 a R$ 5.685,07.Ver edital: www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/br0110/br0110.html
Os cargos de nível médio/técnico são técnico de abastecimento júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de manutenção júnior, técnico de operação júnior, técnico de química júnior, técnico de segurança júnior, técnico de suprimento e logística júnior e técnico de tecnologia da informação e telecomunicações júnior.
De nível superior as vagas são para profissional júnior nas áreas de administração, analista de sistemas ênfase em desenvolvimento em ERP (SAP), arquitetura, arquivologia, ciências contábeis, comunicação/publicidade, comunicação/relações públicas, direito, economia, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia de produção, engenharia elétrica, engenharia em segurança no trabalho, engenharia mecânica, engenharia química e odontologia; profissional júnior com ênfase em vendas a grandes consumidores (formação em engenharia mecânica) e profissional júnior com ênfase em vendas a rede automotiva (formação em administração, economia, engenharia ou marketing).
Quando o polo de trabalho for nacional, as localidades corresponderão a qualquer cidade onde a Petrobras Distribuidora possua instalações. A cidade na qual o candidato prestará as provas está vinculada à opção de cargo/polo de trabalho/localidades, exceto quando o polo de trabalho for nacional. Nesse caso, o candidato realizará as provas numa das cidades listadas no edital.
A inscrição deverá ser efetuada somente via internet, da 0h de 3 de março às 23h59 de 21 de março, pelo site www.cesgranrio.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 27 para cargos de nível médio e de R$ 40 para os cargos de nível superior.
O processo seletivo público será constituído de provas objetivas para todos os cargos,de prova discursiva exclusivamente para o cargo de profissional júnior - formação – direito; de exame de capacitação física somente para os cargos de técnico de abastecimento júnior e técnico de operação júnior, e de prova prática de direção somente para o cargo de técnico de abastecimento júnior.
As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Altamira/PA, Alto Taquari/MT, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Campo Grande/MS, Caracaraí/RR, Cruzeiro do Sul/AC, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Itabuna/BA, Macaé/RJ, Macapá/AP, Manaus/AM, Marabá/PA, Natal/RN, Ourinhos/SP, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Presidente Prudente/SP, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santarém/PA, São José dos Campos/SP, São Luis/MA, São Paulo/SP, Teresina/PI, Uberlândia/MG, Vitória/ES.
O exame de capacitação física será realizado nas cidades de Alto Taquari/MT, Altamira/ PA, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Caracaraí/RR, Cruzeiro do Sul/AC, Fortaleza/CE, Itabuna/BA, Macaé/RJ, Manaus/AM, Marabá/PA, Natal/RN, Ourinhos/ SP, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Presidente Prudente/SP, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santarém/PA, São José dos Campos/ SP, São Luis/ MA, São Paulo/SP, Uberlândia/ MG e Vitória/ES.
A prova prática de direção será realizada nas cidades de Brasília/DF, Fortaleza/CE, Porto Alegre/RS, Salvador/BA e São Paulo/SP.
A aplicação das provas objetivas para os cargos de profissional júnior ‐ formação direito, técnico de abastecimento júnior e técnico de operação júnior e discursivas para o cargo de profissional júnior/formação direito serão em 11 de abril. Para os demais cargos serão em 2 de maio.
Petrobras Distribuidora S.A.
Inscrições
De 3 a 21 de março
Salário
De R$ 1.985,04 a R$ 5.685,07
Vagas
97 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva
Taxa de inscrição
R$ 27 para cargos de nível médio e de R$ 40 para cargos de nível superior
Prova
11 de abril e 2 de maio
Fonte: G1
Dicas para se dar bem em concurso Parte III
Conhecer estilo da prova de direito dá vantagem a candidato em concurso
Cada banca organizadora cobra um tipo de conteúdo diferente.
As disciplinas de direito fazem parte de concursos para cargos de nível médio e superior, não se limitando a concursos da área jurídica para tribunais, promotorias, procuradorias ou defensoria pública. Em concursos concorridos como do Banco Central, Receita Federal e Polícia Federal as matérias de direito têm grande peso na prova e, por isso, o candidato que se sai bem nas disciplinas aumenta as chances de ganhar a vaga no setor público.
O diretor pedagógico da Academia do Concurso Público, Paulo Estrella, explica que o fato de o candidato conhecer as características da banca examinadora do concurso que irá prestar pode ser o diferencial para uma boa prova.
Segundo Estrella, alguns tópicos programáticos costumam ser mais frequentes em determinadas bancas do que em outras. “Se a banca tem preferência por determinado conteúdo, o aluno irá perceber isso fazendo as provas anteriores, e deverá dar mais importância àquele conteúdo", afirma.
Outra vantagem de conhecer a abordagem da banca examinadora, na avaliação de Estrella, é a facilidade de leitura e interpretação das questões, porque muitas vezes a resposta de uma questão de prova anterior pode ser usada como enunciado em uma outra prova. “Conhecendo as características da banca, o candidato evita surpresas e acelera a resolução das questões", diz.
Ele afirma que essas características não valem somente para concursos jurídicos, pois os concursos da área executiva, como os de fiscal, policial e área financeira, por exemplo, também têm disciplinas de direito que seguem a mesma lógica.
Esaf e Cespe/UnB
De acordo com Sylvio Motta, professor da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), editor de concursos da editora Campus-Elsevier e diretor do curso Companhia dos Módulos, as provas jurídicas da Esaf e do Cespe/UnB, principais organizadoras do país, têm maior grau de dificuldade em relação às demais bancas. “Em termos de dificuldade são imbatíveis, são questões com forte apelo doutrinário [forma como os autores se posicionam sobre a aplicação das leis] e jurisprudencial [maneira como os tribunais decidem sobre as leis] e testam muito os nervos dos candidatos”.
No caso das duas bancas, segundo o professor, não adianta conhecer apenas o texto da lei, tem que saber interpretar, conhecer a doutrina dos autores que escrevem sobre as leis e como eles se posicionam, além das jurisprudênciais dos tribunais superiores como Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Motta alerta que tamanho de questão não é documento. As perguntas que têm enunciados pequenos costumam ser bem mais difíceis que as com conteúdo mais extenso. No caso das que têm enunciados maiores, o candidato deve ter paciência de ler até o final, segundo ele.
Para essas organizadoras ele aconselha estudar de acordo com jusrisprudência, doutrina e fazendo provas anteriores.
Já no caso da Fundação Cesgranrio e Fundação Carlos Chagas, as questões se tornam mais fáceis para quem se preparou decorando a lei. “Tem que memorizar o texto legal. As questões são literais, não demandam tanta interpretação, não decorou, errou”, diz.
O especialista afirma que as provas de direito têm ficado mais difíceis porque o preparo dos candidatos está cada vez mais profissionalizado. Ele recomenda que os candidatos se preparem com livros de boa qualidade e atualizados. E para quem nunca teve contato com as disciplinas de direito ele aconselha que faça um curso para ser introduzido às disciplinas e entender como se raciocina juridicamente.
Fonte: G1
Cada banca organizadora cobra um tipo de conteúdo diferente.
As disciplinas de direito fazem parte de concursos para cargos de nível médio e superior, não se limitando a concursos da área jurídica para tribunais, promotorias, procuradorias ou defensoria pública. Em concursos concorridos como do Banco Central, Receita Federal e Polícia Federal as matérias de direito têm grande peso na prova e, por isso, o candidato que se sai bem nas disciplinas aumenta as chances de ganhar a vaga no setor público.
O diretor pedagógico da Academia do Concurso Público, Paulo Estrella, explica que o fato de o candidato conhecer as características da banca examinadora do concurso que irá prestar pode ser o diferencial para uma boa prova.
Segundo Estrella, alguns tópicos programáticos costumam ser mais frequentes em determinadas bancas do que em outras. “Se a banca tem preferência por determinado conteúdo, o aluno irá perceber isso fazendo as provas anteriores, e deverá dar mais importância àquele conteúdo", afirma.
Outra vantagem de conhecer a abordagem da banca examinadora, na avaliação de Estrella, é a facilidade de leitura e interpretação das questões, porque muitas vezes a resposta de uma questão de prova anterior pode ser usada como enunciado em uma outra prova. “Conhecendo as características da banca, o candidato evita surpresas e acelera a resolução das questões", diz.
Ele afirma que essas características não valem somente para concursos jurídicos, pois os concursos da área executiva, como os de fiscal, policial e área financeira, por exemplo, também têm disciplinas de direito que seguem a mesma lógica.
Esaf e Cespe/UnB
De acordo com Sylvio Motta, professor da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), editor de concursos da editora Campus-Elsevier e diretor do curso Companhia dos Módulos, as provas jurídicas da Esaf e do Cespe/UnB, principais organizadoras do país, têm maior grau de dificuldade em relação às demais bancas. “Em termos de dificuldade são imbatíveis, são questões com forte apelo doutrinário [forma como os autores se posicionam sobre a aplicação das leis] e jurisprudencial [maneira como os tribunais decidem sobre as leis] e testam muito os nervos dos candidatos”.
No caso das duas bancas, segundo o professor, não adianta conhecer apenas o texto da lei, tem que saber interpretar, conhecer a doutrina dos autores que escrevem sobre as leis e como eles se posicionam, além das jurisprudênciais dos tribunais superiores como Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Motta alerta que tamanho de questão não é documento. As perguntas que têm enunciados pequenos costumam ser bem mais difíceis que as com conteúdo mais extenso. No caso das que têm enunciados maiores, o candidato deve ter paciência de ler até o final, segundo ele.
Para essas organizadoras ele aconselha estudar de acordo com jusrisprudência, doutrina e fazendo provas anteriores.
Já no caso da Fundação Cesgranrio e Fundação Carlos Chagas, as questões se tornam mais fáceis para quem se preparou decorando a lei. “Tem que memorizar o texto legal. As questões são literais, não demandam tanta interpretação, não decorou, errou”, diz.
O especialista afirma que as provas de direito têm ficado mais difíceis porque o preparo dos candidatos está cada vez mais profissionalizado. Ele recomenda que os candidatos se preparem com livros de boa qualidade e atualizados. E para quem nunca teve contato com as disciplinas de direito ele aconselha que faça um curso para ser introduzido às disciplinas e entender como se raciocina juridicamente.
Fonte: G1
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Senado aprova projeto de lei que proíbe concurso para cadastro de reserva
Proposta diz que editais devem deixar claro número de vagas.
Será permitido manter em cadastro os aprovados em número excedente.
O projeto de lei do Senado que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para a formação de cadastro de reserva (os classificados vão sendo chamados à medida que surgem as vagas) foi aprovado nesta quarta-feira (24) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A proposta (PLS 369/08) determina que os editais de concursos públicos deixem claro o número de vagas a serem preenchidas. A medida, de acordo com o texto, será observada em concursos de provas ou de provas e títulos, promovidos pela administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Entretanto, será permitido manter em cadastro de reserva os candidatos aprovados em número excedente ao de vagas a serem preenchidas.
O projeto é de autoria do então senador Expedito Júnior (PR-RO) e será examinado agora pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa. Caso seja aprovado, vai para a Câmara dos Deputados, sem precisar passar pelo plenário do Senado.
Na opinião do autor, Expedito Júnior, a realização de concursos públicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princípios da moralidade, impessoalidade e eficiência ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomeação.
Ele argumentou que maus administradores poderão se valer da não-obrigatoriedade de nomear candidatos aprovados dentro do número de vagas quando alguém de sua predileção não for aprovado ou para prejudicar aprovado que seja seu desafeto.
O autor lembra que em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi determinada a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso público. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello observou que "a Administração Pública não pode brincar com o cidadão, convocando-o para um certame e depois, simplesmente, deixando esgotar o prazo de validade do concurso sem proceder às nomeações".
Para o relator, senador Efraim Morais, é injustificável a publicação de editais de processos seletivos para provimento de cargos para os quais não existem vagas. O senador ressaltou que os candidatos ficam com falsas expectativas, bem como assumem despesas com gastos na preparação para as provas.
Fonte: G1
Será permitido manter em cadastro os aprovados em número excedente.
O projeto de lei do Senado que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para a formação de cadastro de reserva (os classificados vão sendo chamados à medida que surgem as vagas) foi aprovado nesta quarta-feira (24) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A proposta (PLS 369/08) determina que os editais de concursos públicos deixem claro o número de vagas a serem preenchidas. A medida, de acordo com o texto, será observada em concursos de provas ou de provas e títulos, promovidos pela administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Entretanto, será permitido manter em cadastro de reserva os candidatos aprovados em número excedente ao de vagas a serem preenchidas.
O projeto é de autoria do então senador Expedito Júnior (PR-RO) e será examinado agora pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa. Caso seja aprovado, vai para a Câmara dos Deputados, sem precisar passar pelo plenário do Senado.
Na opinião do autor, Expedito Júnior, a realização de concursos públicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princípios da moralidade, impessoalidade e eficiência ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomeação.
Ele argumentou que maus administradores poderão se valer da não-obrigatoriedade de nomear candidatos aprovados dentro do número de vagas quando alguém de sua predileção não for aprovado ou para prejudicar aprovado que seja seu desafeto.
O autor lembra que em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi determinada a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso público. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello observou que "a Administração Pública não pode brincar com o cidadão, convocando-o para um certame e depois, simplesmente, deixando esgotar o prazo de validade do concurso sem proceder às nomeações".
Para o relator, senador Efraim Morais, é injustificável a publicação de editais de processos seletivos para provimento de cargos para os quais não existem vagas. O senador ressaltou que os candidatos ficam com falsas expectativas, bem como assumem despesas com gastos na preparação para as provas.
Fonte: G1
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Dicas para se dar bem em concursos Parte II
Como vencer o 'pânico' da interpretação de textos
Técnicas podem ajudar candidato a ter um bom desempenho na prova de concurso.
Professora diz que texto deve ser dividido em partes para ser melhor compreendido.
O hábito da leitura é fundamental durante a preparação para qualquer concurso público. Mas para uma disciplina específica é ponto chave para que os candidatos consigam o maior número de acertos.
A interpretação de texto é o coringa que pode decidir uma vaga porque tem grande peso nas provas. E, se o candidato vai bem na maioria das disciplinas e mal em interpretação, dependendo do concurso, ele é desclassificado.
Mas algumas técnicas podem ajudar o candidato a ter um bom desempenho na prova e até mesmo compensar a pouca leitura durante a formação educacional.
“Não existe texto difícil, existe texto mal interpretado”, define Cláudia Beltrão, professora de português do curso preparatório de São Paulo Central de Concursos.
Segundo ela, apesar de muitos textos serem extraídos de jornais e revistas, no exame, o candidato, por mais que esteja habituado a ler artigos e reportagens, se sente pressionado para acertar a questão e acaba criando uma barreira que o impede de ver o texto como algo comum. Por isso, muitos ficam "apavorados" na hora da prova.
“O texto é como uma colcha de retalhos. Por isso, o candidato deve dividi-lo em partes, ver as idéias mais importantes em cada uma e enxergar a coerência entre elas”, diz Cláudia.
Outra técnica que ajuda, de acordo com a professora, é procurar dentro do texto as respostas para as expressões "o que", "quem", "quando", "onde", "por que", "como", "para que", "para quem", entre outras. “Essa busca por respostas é uma forma de o candidato conversar com o texto e deixar a leitura mais clara”.
* Errando é que se aprende
No concurso, segundo Cláudia, o candidato muitas vezes não consegue enxergar que na alternativa correta está escrito de forma diferente o mesmo conteúdo do texto.
“Isso é decorrência da falta de hábito de leitura. Por isso, é fundamental que o candidato faça exercícios de interpretação todos os dias durante o estudo. Só errando é que ele vai aprender”.
O treino, diz a professora, pode ser feito com livros e apostilas ou com provas anteriores, de preferência da mesma organizadora responsável pelo concurso que o candidato irá prestar.
A professora de português diz que o candidato deve ficar atento ao enunciado das questões e à forma como devem ser respondidas. As questões de interpretação são de múltipla escolha ou de certo e errado. E no enunciado a organizadora pode pedir que seja assinalada a alternativa incorreta. “O candidato condicionado a procurar sempre a resposta certa acaba errando”, adverte.
Cláudia recomenda ainda que os candidatos leiam as questões antes do texto. “Assim, ele define uma linha de raciocínio e, à medida que lê o texto, já busca as respostas”.
“Os organizadores sabem que interpretação de texto é o ponto fraco de muitos candidatos. Por isso, quanto mais treino, mais 'maldoso' o candidato fica”, diz.
Fonte: G1
Técnicas podem ajudar candidato a ter um bom desempenho na prova de concurso.
Professora diz que texto deve ser dividido em partes para ser melhor compreendido.
O hábito da leitura é fundamental durante a preparação para qualquer concurso público. Mas para uma disciplina específica é ponto chave para que os candidatos consigam o maior número de acertos.
A interpretação de texto é o coringa que pode decidir uma vaga porque tem grande peso nas provas. E, se o candidato vai bem na maioria das disciplinas e mal em interpretação, dependendo do concurso, ele é desclassificado.
Mas algumas técnicas podem ajudar o candidato a ter um bom desempenho na prova e até mesmo compensar a pouca leitura durante a formação educacional.
“Não existe texto difícil, existe texto mal interpretado”, define Cláudia Beltrão, professora de português do curso preparatório de São Paulo Central de Concursos.
Segundo ela, apesar de muitos textos serem extraídos de jornais e revistas, no exame, o candidato, por mais que esteja habituado a ler artigos e reportagens, se sente pressionado para acertar a questão e acaba criando uma barreira que o impede de ver o texto como algo comum. Por isso, muitos ficam "apavorados" na hora da prova.
“O texto é como uma colcha de retalhos. Por isso, o candidato deve dividi-lo em partes, ver as idéias mais importantes em cada uma e enxergar a coerência entre elas”, diz Cláudia.
Outra técnica que ajuda, de acordo com a professora, é procurar dentro do texto as respostas para as expressões "o que", "quem", "quando", "onde", "por que", "como", "para que", "para quem", entre outras. “Essa busca por respostas é uma forma de o candidato conversar com o texto e deixar a leitura mais clara”.
* Errando é que se aprende
No concurso, segundo Cláudia, o candidato muitas vezes não consegue enxergar que na alternativa correta está escrito de forma diferente o mesmo conteúdo do texto.
“Isso é decorrência da falta de hábito de leitura. Por isso, é fundamental que o candidato faça exercícios de interpretação todos os dias durante o estudo. Só errando é que ele vai aprender”.
O treino, diz a professora, pode ser feito com livros e apostilas ou com provas anteriores, de preferência da mesma organizadora responsável pelo concurso que o candidato irá prestar.
A professora de português diz que o candidato deve ficar atento ao enunciado das questões e à forma como devem ser respondidas. As questões de interpretação são de múltipla escolha ou de certo e errado. E no enunciado a organizadora pode pedir que seja assinalada a alternativa incorreta. “O candidato condicionado a procurar sempre a resposta certa acaba errando”, adverte.
Cláudia recomenda ainda que os candidatos leiam as questões antes do texto. “Assim, ele define uma linha de raciocínio e, à medida que lê o texto, já busca as respostas”.
“Os organizadores sabem que interpretação de texto é o ponto fraco de muitos candidatos. Por isso, quanto mais treino, mais 'maldoso' o candidato fica”, diz.
Fonte: G1
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Senado votará projeto de lei que proíbe concurso para cadastro de reserva
Proposta diz que editais devem deixar claro número de vagas.
Será permitido manter em cadastro os aprovados em número excedente.
O projeto de lei do Senado que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para a formação de cadastro de reserva (os classificados vão sendo chamados à medida que surgem as vagas) pode ser votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no dia 24, de acordo com a Agência Senado.
A proposta (PLS 369/08) determina que os editais de concursos públicos deixem claro o número de vagas a serem preenchidas. A medida, de acordo com o texto, será observada em concursos de provas ou de provas e títulos, promovidos pela administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Entretanto, será permitido manter em cadastro de reserva os candidatos aprovados em número excedente ao de vagas a serem preenchidas.
O projeto é de autoria do então senador Expedito Júnior e, após votação da CAS, será examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.
O relator da matéria na CAS, senador Efraim Morais (DEM-PB), já apresentou parecer pela sua aprovação.
Na opinião do autor, Expedito Júnior, a realização de concursos públicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princípios da moralidade, impessoalidade e eficiência ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomeação.
Ele argumentou que maus administradores poderão se valer da não-obrigatoriedade de nomear candidatos aprovados dentro do número de vagas quando alguém de sua predileção não for aprovado ou para prejudicar aprovado que seja seu desafeto.
O autor lembra que em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi determinada a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso público. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello observou que "a Administração Pública não pode brincar com o cidadão, convocando-o para um certame e depois, simplesmente, deixando esgotar o prazo de validade do concurso sem proceder às nomeações".
Para o relator, senador Efraim Morais, é injustificável a publicação de editais de processos seletivos para provimento de cargos para os quais não existem vagas. O senador ressaltou que os candidatos ficam com falsas expectativas, bem como assumem despesas com gastos na preparação para as provas.
Fonte: G1
Será permitido manter em cadastro os aprovados em número excedente.
O projeto de lei do Senado que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para a formação de cadastro de reserva (os classificados vão sendo chamados à medida que surgem as vagas) pode ser votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no dia 24, de acordo com a Agência Senado.
A proposta (PLS 369/08) determina que os editais de concursos públicos deixem claro o número de vagas a serem preenchidas. A medida, de acordo com o texto, será observada em concursos de provas ou de provas e títulos, promovidos pela administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Entretanto, será permitido manter em cadastro de reserva os candidatos aprovados em número excedente ao de vagas a serem preenchidas.
O projeto é de autoria do então senador Expedito Júnior e, após votação da CAS, será examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.
O relator da matéria na CAS, senador Efraim Morais (DEM-PB), já apresentou parecer pela sua aprovação.
Na opinião do autor, Expedito Júnior, a realização de concursos públicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princípios da moralidade, impessoalidade e eficiência ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomeação.
Ele argumentou que maus administradores poderão se valer da não-obrigatoriedade de nomear candidatos aprovados dentro do número de vagas quando alguém de sua predileção não for aprovado ou para prejudicar aprovado que seja seu desafeto.
O autor lembra que em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi determinada a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso público. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello observou que "a Administração Pública não pode brincar com o cidadão, convocando-o para um certame e depois, simplesmente, deixando esgotar o prazo de validade do concurso sem proceder às nomeações".
Para o relator, senador Efraim Morais, é injustificável a publicação de editais de processos seletivos para provimento de cargos para os quais não existem vagas. O senador ressaltou que os candidatos ficam com falsas expectativas, bem como assumem despesas com gastos na preparação para as provas.
Fonte: G1
Dicas para se dar bem em concursos Parte I
saiba como controlar a tensão pré-prova
Após meses de estudo, chega a hora de fazer o concurso e mostrar que aquele esforço valeu a pena. Mas muitos candidatos se deparam com um fator que pode pôr tudo a perder: o nervosismo. A tensão pré-prova existe, mas deve ser administrada para que não coloque em jogo o cargo público que o candidato tanto almeja.
Mas como controlar a tensão e a ansiedade nos dias que antecedem os exames? Para Tiago Sayão, diretor de planejamento do curso preparatório Meta Concursos, em São Paulo, o candidato deve antes de mais nada entender que aquela não será a única oportunidade de conseguir um cargo público, pois centenas de outros concursos virão.
"Por isso é importante que sejam realizados no decorrer da preparação vários simulados iguais à prova que ele irá fazer para deixá-lo mais calejado. Assim o aluno aprende ao longo do processo onde ele tem mais facilidade, o tempo gasto em cada questão, e fica mais preparado e tranquilo para o dia do concurso."
A véspera
Para Adalberto Pinto, professor de técnicas de estudo do curso Central de Concursos, em São Paulo, a ansiedade gerada por conta da expectativa de passar no concurso é prejudicial e faz com que o candidato não tome decisões corretas na hora da prova.
Segundo ele, um dos fatores que pode gerar ansiedade e frustração é o candidato decidir estudar matérias novas nos dias que antecedem o exame. "Não adianta atirar para todos os lados nos últimos dias. Deve-se passar por temas recorrentes de provas anteriores, como a crase, por exemplo, para se certificar de que aquilo está consolidado na mente".
De acordo com Pinto, na véspera da prova, o estudante deve se focar no lado prático do concurso. Ele aconselha o candidato a visitar o local do exame para calcular o tempo que levará até a escola e evitar chegar atrasado para a prova. Outra recomendação é ler os pontos do edital referentes à prova para calcular quanto tempo terá para cada questão e o peso de cada matéria.
Outro conselho de Pinto é separar todo o material necessário para o exame, como canetas, lápis, documentação exigida e até a roupa que será usada. "O candidato tem de ir com uma roupa que o deixe confortável quando ele estiver na sala de aula e que contemple possíveis mudanças de temperatura, tanto para o frio como para o calor".
Pinto diz ainda que é importante o candidato levar água. "Ele até pode sair da sala para tomar água, mas o tempo que ele vai perder para isso pode ser decisivo na prova". O professor recomenda ainda comer moderadamente na última refeição da véspera e dormir cedo para acordar bem disposto no dia do concurso.
Evite o 'branco'
A psicanalista e neurocientista Nanci Azevedo Cavaco diz que o fator emocional pode comprometer o desempenho dos candidatos e até ocasionar o tão temido "branco" na hora do exame. E muitas vezes, segundo ela, a tensão é gerada pela autocobrança, que aumenta a pressão pelo bom desempenho. "Muitas vezes os candidatos menos preparados se saem melhor que os que estudaram mais para a prova porque ficaram menos tensos e tiveram maior capacidade de discernimento", diz.
Nanci desenvolve treinamentos para melhorar a capacidade mental e atende candidatos na Academia do Cérebro e no curso preparatório para concursos Companhia dos Módulos, no Rio de Janeiro. Além disso, ela é autora do livro "Turbine seu cérebro para passar em concursos", da Editora Ferreira. Nos atendimentos, ela tenta identificar as dificuldades de cada aluno e o que ele precisa fazer para melhorar desde a memorização até a ansiedade.
Segundo a psicanalista, o medo gera no candidato um estado alterado que acaba distorcendo a percepção, a capacidade de raciocínio e o rendimento na prova. Por isso, ela ressalta a importância do pensamento positivo antes e durante as provas. "O candidato tem que se comportar como alguém que tem capacidade para passar porque se ele pensar que vai ter dificuldades num determinado setor essas dificuldades acabam acontecendo por associação".
Mudança de ambiente
Para Carlos Alberto de Lucca, coordenador geral do Siga Concursos, em São Paulo, os candidatos devem evitar estudar nas vésperas das provas. "Geralmente o candidato já se preparou por um longo tempo, e se ele for estudar nos últimos dias, vai reparar mais naquilo que ele não sabe e isso aumenta a tensão. Por isso, é necessário procurar fazer coisas que dêem prazer a ele para deixá-lo tranquilo".
Lucca indica que ele visite lugares diferentes e até faça uma viagem para mudar de ambiente. Mas, se o candidato achar necessário continuar se preparando na última semana, o coordenador recomenda que sejam revisados os resumos e anotações para lembrar dos pontos principais. "Nem pensar em pegar em livros novos".
Fonte: G1
Após meses de estudo, chega a hora de fazer o concurso e mostrar que aquele esforço valeu a pena. Mas muitos candidatos se deparam com um fator que pode pôr tudo a perder: o nervosismo. A tensão pré-prova existe, mas deve ser administrada para que não coloque em jogo o cargo público que o candidato tanto almeja.
Mas como controlar a tensão e a ansiedade nos dias que antecedem os exames? Para Tiago Sayão, diretor de planejamento do curso preparatório Meta Concursos, em São Paulo, o candidato deve antes de mais nada entender que aquela não será a única oportunidade de conseguir um cargo público, pois centenas de outros concursos virão.
"Por isso é importante que sejam realizados no decorrer da preparação vários simulados iguais à prova que ele irá fazer para deixá-lo mais calejado. Assim o aluno aprende ao longo do processo onde ele tem mais facilidade, o tempo gasto em cada questão, e fica mais preparado e tranquilo para o dia do concurso."
A véspera
Para Adalberto Pinto, professor de técnicas de estudo do curso Central de Concursos, em São Paulo, a ansiedade gerada por conta da expectativa de passar no concurso é prejudicial e faz com que o candidato não tome decisões corretas na hora da prova.
Segundo ele, um dos fatores que pode gerar ansiedade e frustração é o candidato decidir estudar matérias novas nos dias que antecedem o exame. "Não adianta atirar para todos os lados nos últimos dias. Deve-se passar por temas recorrentes de provas anteriores, como a crase, por exemplo, para se certificar de que aquilo está consolidado na mente".
De acordo com Pinto, na véspera da prova, o estudante deve se focar no lado prático do concurso. Ele aconselha o candidato a visitar o local do exame para calcular o tempo que levará até a escola e evitar chegar atrasado para a prova. Outra recomendação é ler os pontos do edital referentes à prova para calcular quanto tempo terá para cada questão e o peso de cada matéria.
Outro conselho de Pinto é separar todo o material necessário para o exame, como canetas, lápis, documentação exigida e até a roupa que será usada. "O candidato tem de ir com uma roupa que o deixe confortável quando ele estiver na sala de aula e que contemple possíveis mudanças de temperatura, tanto para o frio como para o calor".
Pinto diz ainda que é importante o candidato levar água. "Ele até pode sair da sala para tomar água, mas o tempo que ele vai perder para isso pode ser decisivo na prova". O professor recomenda ainda comer moderadamente na última refeição da véspera e dormir cedo para acordar bem disposto no dia do concurso.
Evite o 'branco'
A psicanalista e neurocientista Nanci Azevedo Cavaco diz que o fator emocional pode comprometer o desempenho dos candidatos e até ocasionar o tão temido "branco" na hora do exame. E muitas vezes, segundo ela, a tensão é gerada pela autocobrança, que aumenta a pressão pelo bom desempenho. "Muitas vezes os candidatos menos preparados se saem melhor que os que estudaram mais para a prova porque ficaram menos tensos e tiveram maior capacidade de discernimento", diz.
Nanci desenvolve treinamentos para melhorar a capacidade mental e atende candidatos na Academia do Cérebro e no curso preparatório para concursos Companhia dos Módulos, no Rio de Janeiro. Além disso, ela é autora do livro "Turbine seu cérebro para passar em concursos", da Editora Ferreira. Nos atendimentos, ela tenta identificar as dificuldades de cada aluno e o que ele precisa fazer para melhorar desde a memorização até a ansiedade.
Segundo a psicanalista, o medo gera no candidato um estado alterado que acaba distorcendo a percepção, a capacidade de raciocínio e o rendimento na prova. Por isso, ela ressalta a importância do pensamento positivo antes e durante as provas. "O candidato tem que se comportar como alguém que tem capacidade para passar porque se ele pensar que vai ter dificuldades num determinado setor essas dificuldades acabam acontecendo por associação".
Mudança de ambiente
Para Carlos Alberto de Lucca, coordenador geral do Siga Concursos, em São Paulo, os candidatos devem evitar estudar nas vésperas das provas. "Geralmente o candidato já se preparou por um longo tempo, e se ele for estudar nos últimos dias, vai reparar mais naquilo que ele não sabe e isso aumenta a tensão. Por isso, é necessário procurar fazer coisas que dêem prazer a ele para deixá-lo tranquilo".
Lucca indica que ele visite lugares diferentes e até faça uma viagem para mudar de ambiente. Mas, se o candidato achar necessário continuar se preparando na última semana, o coordenador recomenda que sejam revisados os resumos e anotações para lembrar dos pontos principais. "Nem pensar em pegar em livros novos".
Fonte: G1
Assinar:
Postagens (Atom)